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As exportações superaram as importações em US$ 4,140 bilhões em agosto

 Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, na comparação com igual mês de 2015 houve um aumento de 40,5%.

Esse saldo comercial foi formado pela diferença entre US$ 16,989 bilhões em exportações e US$ 12,849 bilhões em importações. Apenas na última semana do mês, a balança foi favorável ao Brasil em US$ 519 milhões.

Com o desempenho de agosto, o saldo comercial do ano ficou positivo em US$ 32,370 bilhões – valor mais de três vezes maior que o registrado em igual período do ano passado. Esse valor é resultado de US$ 123,575 bilhões em exportações e US$ 91,205 bilhões em importações.

O resultado de agosto das vendas externas foi puxado pela comercialização de semimanufaturados, com alta de 13,6% frente ao resultado de agosto do ano passado, e manufaturados, cujo aumento foi de 7,6%.

Produtos brasileiros no exterior

No grupo dos semimanufaturados, os destaques foram açúcar em bruto (+72,2% de alta frente a agosto de 2015), ouro em forma semimanufaturada (+61,5%), alumínio em bruto (+29,7%), madeira serrada (+23,0%), ferro-ligas (+8,8%) e semimanufaturados de ferro/aço (+8,2%).

Entre os manufaturados, os melhores desempenhos foram de açúcar refinado (+154,1%), veículos de carga (+116,0%), aviões (+102,3%), automóveis de passageiros (+66,2%), máquinas para terraplanagem (+60,0%), tratores (+25,1%), óxidos e hidróxidos de alumínio (+19,2%), calçados (+16,0%) e motores e geradores elétricos (+0,05%).

O ministério informou ainda que as vendas para o Oriente Médio cresceram 32,8% frente a agosto do ano passado, incremento influenciado por açúcar, milho em grão, soja em grão, automóveis de passageiros, cobre em barras, tubos de ferro fundido, pedras preciosas e semipreciosas, chassis com motor, bovinos vivos, fumo em folhas, óleo de soja em bruto.

Vendas para União Europeia e Argentina

O desempenho da União Europeia também apresentou avanço, alta de 11,4%. Os principais produtos foram aviões, ouro em forma semimanufaturada, petróleo em bruto, minério de cobre, ferro-ligas, semimanufaturados de ferro e aço, farelo de soja, milho em grão, suco de laranja não congelado, fumo em folhas, alumínio em bruto, café em grão.

Já os argentinos, um dos principais parceiros do Brasil, compraram 10,6% mais que em agosto do ano passado. Veículos de carga, automóveis de passageiros, laminados planos, tratores, máquinas para terraplanagem, óxidos e hidróxidos de alumínio, calçados, ônibus, óleos combustíveis foram os itens mais demandados pela Argentina.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Mdic